Doces Bárbaros Caetano, Gal, Gil e Bethânia

Doces Barbaros

1976 3 de 53 de 53 de 53 de 53 de 5 1 Avaliação
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Informações

Ano 1976
Tipo Ao vivo
Gênero MPB
País Brasil
Gravadora Philips
Produção Gapa
Músicos Arnaldo Brandao (baixo)
Chiquinho Azevedo (bateria)
Djalma Correa (percussão)
Mauro Senise (flauta)
Perinho Santana (guitarra)
Tomas Improta (piano)
Tuzé de Abreu (flauta)

Capa Aldo Luiz, Flávio Império, Frederico Confalonieri, Jorge Vianna

Resenha

O grupo surgiu para comemorar os 10 anos de carreira solo dos seus componentes, que pretendiam além de realizar shows, gravar um disco ao vivo e registrar tudo em um documentário.
O disco de 1976 é considerado por muitos uma obra-prima da música brasileira, mas, curiosamente, na época do lançamento, foi duramente criticado.
Idealizada por Maria Bethânia, a banda interpretou composições de Caetano e Gil, fora algumas canções de outros compositores como "Fé cega, faca amolada" de Milton Nascimento e o clássico popular "Atiraste uma pedra", de Herivelto Martins.
Inicialmente o disco LP seria gravado em estúdio, mas por sugestão de Gal e Bethânia, foi o espetáculo que ficou registrado, sendo quatro daquelas canções gravadas pouco tempo antes no compacto duplo de estúdio, com as canções "Esotérico", "Chuckberry fields forever", "São João Xangô Menino" e "O seu amor", todas gravações raras.
Na época da turnê, Gilberto Gil foi preso em Florianópolis por porte de drogas, fato que acabou sendo registrado no documentário Doces Bárbaros, dirigido por Jom Tob Azulay.
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