André Abujamra

Mafaro

2010 5 de 55 de 55 de 55 de 55 de 5 1 Avaliação
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Informações

Ano 2010
Tipo Estúdio
Gênero MPB
País Brasil
Gravadora Omin
Produção Sérgio Soffiatti
Músicos André Abujamra, Marcelo Effori, James Muller, Tiquinho, Kito Siqueira, Hugo Hori, Reginaldo 16, Kuki Stolarski, Hombre Cerutto, Melina Mulazani, Zeca Baleiro, Ari Giordani, Awaju Poty, Du Moreira, Evandro Mesquita, Sérgio Bartolo, Luiz Caldas, Lucas Martins, Theo Werneck, Trio Broz, Xis, Curumin, Tuco Marcondes, João Egashira, Flávio Lira, Leandro Teixeira, Phill Miler
Capa Paola Faoro

Resenha

"A população de humanos caminha velozmente para sete bilhões de seres. É gente pra dedéu mas ainda tem mais. As redes digitais entram em campo e potencializam geometricamente a fricção entre cérebros e vísceras. Uma verdadeira suruba criativa. Toda essa agitação mental não deixa dúvida: tudo já foi pensado e irremediavelmente realizado sobre a face da Terra, certo? Errado!
Num ato absolutamente não monitorado pelas autoridades, um cidadão aparentemente inofensivo- ex-gordo, ex-habitante de São Paulo, ex-mulheres negras- conseguiu escapar dessa contaminação de obviedades. Secretamente, se refugiou num lugar estratégico: Curitiba! Neste centro urbano- nem grande nem pequeno, nem bonito nem feio, que nem fede nem cheira- o rapagão, em silêncio de monge tibetano, remasterizou sua própria mente e pariu Mafaro.
Apesar de sua eterna cara de bebê Johnson, André Abujamra já percorreu longa estrada profissional. Músico e compositor, se notabilizou por montar e desmontar bandas como uma criança brinca de origami. Também já criou jingles e trilhas sonoras para cinema e TV. É um dos responsáveis por aquele poderoso mantra que grudou para sempre em nossas cabeças: “Bum Bum Bum Castelo Rá-Tim-Bum… Bum Bum Bum Castelo Rá-Tim-Bum…”.
Agora, vem o safado do gordo, disfarçado de ex-gordo, dizer que Mafaro significa “alegria” em alguma lingua africana. Pura “paia”, pista falsa para ludibriar almas incautas… Mafaro é na verdade uma bit-torrente de mundos imaginários sem localização geográfica ou identidade definidas. Repare bem: esta é sua virtude. Com um “play” somos instantanemente ejetados para viagens aleatórias: de um bordel em Cuiabá para um culto evangélico em Moscou; de um acampamento cigano na Europa do Leste para a platéia do circo Vostok em Belo Horizonte.
O álbum é um desenho em ondas sonoras da equação quântica dos nossos dias. Sem tempo para nada, resta-nos a possibilidade de mergulharmos para dentro de nós mesmos num clique. Mafaro ensina o truque: a beleza não é o que se vê. Basta prestar atenção nas coisas que não chamam atenção e uma gota de orvalho no telhado vira jóia rara. Preste bem atenção e boa viagem." (Marcelo Tas)
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